Dando sequência aos lançamentos de 2026, o Inimigos da HP lança “Despertar”, balada de autoria do Sebá, vocalista do grupo. A música foi composta quando o artista saiu do quadro de depressão em que estava, a cura trouxe um novo olhar para a vida que virou música. Escolheram o setembro amarelo para o lançamento propositalmente a fim de chamar atenção a essa condição que acomete tantas pessoas no Mundo e no Brasil; “Temos a pretensão de tornar Despertar um hino contra a depressão” diz Gui Rocha, integrante da banda.
Disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm. Na gravação, o quinteto escolheu fazer um samba leve, goodvibes, com ênfase na letra da música e seu significado, com o objetivo de ajudar pessoas, além de levar a faixa a públicos mais amplos do que os amantes do pagode e da própria banda. Os elementos do samba estão presente, mas delicados e gentis como a composição pedia.
“O tema ainda é tabu e motivo de vergonha para muita gente, o meu relato pode ser útil para que outras pessoas procurem ajuda, para desestigmatizar a doença a quem convive com pessoas depressivas e para alertar do perigo que ela representa, sinto que é o meu dever de artista e talvez tenha sido mesmo por isso que a música veio pra mim”, diz Sebá, compositor de Despertar e vocalista do Inimigos da HP.
Sob o olhar e acompanhamento próximo dos integrantes, a produção musical e arranjos são assinados por Robson Nogueira, enquanto a base rítmica vem com Salvador Reis na bateria e Ney Medeiros no baixo. Robson ainda implementa identidade sonora na canção ao costurar violão, teclado, piano e cavaquinho. A percussão reforça a energia do arranjo com Alemão, Cebola, Gui, Tocha e Rick Oliveira, somam-se ainda a guitarra de Hedinho e coro de Cebola, Gui, Tocha, Gustavo Brunatti e Nathalia Ferreira Leite. A mixagem é assinada por Guido Baldacin Filho.
Com a faixa, o Inimigos da HP segue mesclando músicas inéditas e releituras profundas, transformando elementos e preparando seus ouvintes para os próximos lançamentos em trabalhos ecléticos, sem preconceitos e limites em que unem memória musical, originalidade, afeto e reinvenção.
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