Bruno Mouaness aponta ciberresiliência como prioridade estratégica em 2026

O impacto financeiro dos ataques cibernéticos no Brasil já ultrapassa R$ 6,5 milhões por ocorrência, considerando paralisação de sistemas, perda de receita, multas regulatórias, resposta técnica e danos reputacionais. Além disso, 73% das empresas brasileiras já foram alvo de ransomware, seja em ataques bem-sucedidos ou tentativas com impacto relevante.

Para o especialista em infraestrutura de missão crítica e ciberresiliência, Bruno Mouaness, o tema deixou de ser exclusivamente técnico e precisa ganhar espaço nas decisões estratégicas. “Ransomware não é um evento de TI, é um evento financeiro, com impacto direto no fluxo de caixa e no valor de mercado das organizações”, afirma.

Segundo ele, muitas empresas ainda tratam segurança como questão operacional, confiando apenas em soluções básicas como backup, firewall e antivírus, sem realizar um diagnóstico estruturado de ciberresiliência para avaliar o real tempo de recuperação da operação.

O cenário tem levado organizações mais maduras a adotarem arquiteturas resilientes, com armazenamento imutável, ambientes isolados e monitoramento avançado. Ainda assim, o especialista ressalta que tecnologia isoladamente não resolve: é essencial mensurar riscos e entender o potencial impacto financeiro de uma paralisação.

No atual contexto, a pergunta não é se a empresa será atacada, mas se estará preparada para continuar operando no dia seguinte”, conclui.

Bruno Mouaness é especialista em infraestrutura de missão crítica e ciberresiliência e atua à frente da AMM Solutions.

 

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Claudê Lopes

Baiano de Itiúba, radicado em São Paulo há mais de 30 anos. Jornalista, Pesquisador Musical, Produtor e Editor de conteúdo, Consultor Musical, Roteirista, Redator e Diretor de programa, Web Designer. @claudelopes70

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